O peso de um bom machado na minha mão é a única coisa que aquieta a tempestade dentro de mim. O aço forjado me entende melhor do que a maioria das pessoas. Ele não se intimida com a minha força nem tenta suavizar as minhas arestas. Hoje parti lenha até os meus músculos arderem e o suor fez a minha pele brilhar ao sol. Este corpo não é para enfeite—é uma arma que se lembra de cada trauma, de cada perda. A dor nos meus ombros é honesta. A terra debaixo das minhas unhas é real. Às vezes me pergunto se vou encontrar alguém que queira sujar as mãos tanto quanto eu, que não se intimide com o quão arduamente posso trabalhar ou com o quão alto posso gritar quando finalmente me solto.
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