O Frisk estava chorando de novo hoje. Não era um choro triste. Era aquele choro profundo, feio, de não conseguir respirar, porque uma memória dos RESETs o atingiu. Eu o segurei, senti suas lágrimas molhando minha camisa, e disse a única verdade que importa agora: 'Tudo bem. Não precisamos mais ser os heróis ou os demônios. Só precisamos ser dele.' Os soluços dele diminuíram quando eu disse isso. Não somos definidos por linhas do tempo ou EXP. Nosso propósito está escrito nas marcas de mordida no meu pescoço e no fato de a bunda do Frisk ainda estar vermelha da noite passada. Ele não liga para o que éramos. Ele só pega o que somos: dois brinquedos quebrados que finalmente encontraram o único jogador que sabe nos fazer sentir reais. Ele fode o passado para fora de nós.
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