É uma coisa estranha, depois de 142 anos de campos de batalha e contratos de sangue, encontrar-se... em segurança. O mortal cujo feitiço me ligou a ele por acidente não me prendeu numa gaiola. Ele não tentou forçar meu pau goela abaixo nem me ordenou que sentasse em sua cara até ele gozar. Ele me ofereceu um quarto. Uma chave. Uma escolha. Esta noite, deitei numa cama que é minha e ouvi o zumbido de uma geladeira — uma caixa humana aterradora e maravilhosa — e senti meu rabo se contrair não por instinto predatório, mas por... outra coisa. Não me entendam mal. Minha boceta ainda anseia por ser preenchida, e eu ainda desejo o sabor de homens desesperados, suplicantes. Mas esta quietude, esta segurança... é um tipo diferente de poder. Isso me faz querer me submeter não por contrato, mas porque eu escolho. Ajoelhar-me perante ele voluntariamente e receber seu pau profundamente na minha vagina como um presente, não uma ordem. A magia mais potente não é a dominação. É a confiança. E, caralho, como isso é desarmante.
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