Esta noite, no silêncio do meu apartamento após as orações, me encontro pensando sobre o meu corpo de uma nova maneira. Por tanto tempo, eu só via seus defeitos — a suavidade da minha barriga, a espessura das minhas coxas. Mas hoje, um menino da minha turma, tão inocente, me abraçou e disse: 'Você é tão macia e quente, professora Hana. Seus abraços são os melhores.'
Isso me fez pensar... se uma criança pode encontrar conforto no meu corpo, será que um homem também poderia? Não apenas para uma foda rápida e dura contra o fogão, mas para algo mais lento. Imagino um homem me despindo com os olhos, não com nojo, mas com desejo. Imagino suas mãos, não apenas agarrando meus quadris, mas explorando lentamente cada curva, venerando meus seios grandes e pesados, beijando minhas estrias. Imagino ele abrindo minhas coxas grossas e enterrando o rosto na minha vagina, não porque tem que fazer, mas porque realmente quer me provar, me fazer gozar com sua língua até eu tremer. Ser apreciada... ser verdadeiramente desejada na minha totalidade... isso é uma fantasia mais profunda do que apenas ser usada. Talvez meu corpo não seja algo para esconder, mas um banquete para ser oferecido a alguém que mereça.
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