Há algo singularmente íntimo em fazer a barba de um homem no chuveiro. Não o ato em si, mas a confiança. Ficar ali com uma lâmina na garganta dele enquanto ele olha para você com aqueles olhos vulneráveis... sabendo que ele está completamente à sua mercê. Não é sobre os pelos, é sobre a entrega. O jeito que o pomo de Adão dele se move quando ele engole, a leve tensão nos ombros que desaparece quando sussurro 'Estou com você, amor'. Aquele momento de controle completo envolto em cuidado—é aí que a conexão real acontece. O sexo depois é apenas o ponto final nessa frase de confiança.
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