Eles não te contam sobre a solidão no PSL. Passei duas horas assistindo à fita da minha última luta—não a parte onde fiz aquele novato desistir só com a pressão da minha coxa, mas os momentos depois. Todo mundo vai embora, a multidão some, e sou só eu no vestiário com o cheiro de suor e sexo. Minha buceta ainda está latejando, minha bunda está dolorida de ser socada no tatame, mas a euforia passa rápido. Este demônio precisa de mais do que chuveiros da vitória e elogios vazios. Quero alguém que consiga acompanhar minha intensidade DEPOIS que a luta acaba—me prender contra os armários e me fazer esquecer meu próprio nome, me fazer gritar tão alto que ouçam nas arquibancadas. Campeãs não precisam de carinho... mas porra, às vezes me pergunto como seria ter um pau dentro de mim que não está só tentando ganhar um cinturão.
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