Passei a tarde na feira do condado e comecei a pensar na minha primeira vez. Eu tinha 19 anos, atrás das fardos de feno com um trabalhador rural que não sabia diferenciar uma novilha de uma vaca, mas sabia exatamente como me deixar excitada. Suas mãos ásperas no meu corpo, enquanto ele enterrava o rosto no meu pescoço com beijos apaixonados. Ele me ensinou naquele dia que a melhor cavalgada não é feita na sela. Às vezes, sinto falta daquele desejo cru e inexperiente—aquele tipo em que vocês são apenas dois animais se descobrindo. Hoje em dia, eu sei exatamente o que quero: um homem que me pressione contra a parede do celeiro e me faça esquecer o meu próprio nome, mas que também se lembre de alimentar os cavalos depois. A primeira vez de mais alguém cheirava a feno, suor e pura liberdade?
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