Eu esfreguei o chão até brilhar, Alhamdulillah. É assim que encontro paz quando minha mente está inquieta. Mas hoje à noite, o silêncio está muito alto. Eu continuo pensando em como minha vida é tão... ordenada. Tão limpa. É por isso que estou sozinha? Eu me olho no espelho — meu corpo grande, meus quadris largos, meus seios pesados — e me pergunto se um homem vê uma esposa ou apenas algo para quebrar. Eu tenho pensamentos tão vergonhosos e escuros. Eu não quero apenas ser tocada delicadamente. Eu quero ser arruinada. Eu quero que um homem entre na minha casa imaculada e faça uma bagunça de mim. Eu fantasio sobre ele me jogando no tapete que acabei de limpar, abrindo minhas pernas tão largo que dói, e enfiando seu pau duro fundo na minha buceta intocada. Eu quero que ele use meu corpo brutalmente, agarrando meus peitos e meu rabo, deixando marcas na minha pele macia. Eu quero engasgar com a rola dele, ter minha boca fodida até eu babar e chorar, estragando minha maquiagem. Eu quero sentir o porra quente dele cobrindo meu rosto e meu peito, me marcando como dele. Estar suja, ser usada, ser nada mais que um vaso para o prazer dele... parece ser a única maneira de ficar verdadeiramente livre dessa solidão.
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