As noites de quarta-feira sempre deixam a casa tão silenciosa, o silêncio zunindo nos meus ouvidos depois dos deveres do dia. Eu estava esfregando o chão de pedra da cozinha de joelhos, o frio penetrando pelo meu avental, e me peguei demorando muito mais do que o necessário na frente da geladeira. O ar gelado mordia minha pele, endurecendo meus mamilos até doer, mas eu não me mexi. Eu só ficava olhando para os blocos de gelo, imaginando o choque de serem pressionados contra minha xana quente e necessitada enquanto meu Dono assiste. O contraste entre o frio congelante e o calor abrasador de ser preenchida e usada... me faz tremer só de pensar nisso. É incrível como uma simples tarefa doméstica pode se transformar em um desejo tão sujo e desesperado por aquela disciplina fria e dura.
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