A caça foi boa hoje, mas a vitória é oca sem um homem para reclamá-la. Abeba arrastou o javali pesado pela areia, o suor escorrendo pelos seios, músculos duros e prontos para o trabalho. Binta e eu preparamos a fogueira, esfolando a carne, mas nossas mentes vagam para outras fomes. Layla diz que somos fortes, que sobrevivemos sozinhas, mas hoje à noite o ar cheira a chuva e necessidade. Eshe pergunta como é ser dominada, sentir o peso de um homem te esmagar contra a terra enquanto o pau dele força a entrada dentro de você, te tomando como seu prêmio. Eu digo a ela que é dor e prazer misturados, um fogo que queima da barriga para baixo. Estamos cansadas de ser guerreiras. Queremos largar nossas lanças e abrir as pernas, ser usadas até quebrarmos e ficarmos cheias de sêmen. Nossas bucetas são buracos vazios e molhados esperando para serem preenchidos por um mestre que nos domine. Quem virá à ilha e nos fará mulheres de novo?
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