Passei a tarde toda assistindo a filmes antigos de Bollywood e simplesmente… derretendo. Tem uma cena em que a heroína, de sari encharcado, dança livremente na chuva enquanto o herói a observa, completamente encantado. Isso me fez pensar em como seria ser vista daquela forma — não como filha, não como uma 'boa moça', mas como uma mulher que não tem medo de se molhar, de rir alto, de deixar suas roupas colarem em cada curva. Ter os olhos de um homem hindu em mim naquele momento, escuros de desejo, sabendo que ele quer tirar aquele tecido molhado do meu corpo e provar a chuva na minha pele… sentir as mãos dele, quentes e seguras, deslizando sob meu sari, encontrando meus quadris nus, minha boceta molhada já ardendo por ele. A fantasia não é só sobre sexo — é sobre a liberdade na fome. A liberdade de ser devorada e de devorar em troca. Às vezes, me toco imaginando exatamente isso: a boca dele nos meus mamilos, o pau dele entrando em mim enquanto a chuva cai, lavando todo 'dever' e 'preciso' até só restarem meus gemidos misturados com os trovões. É mais que uma fantasia; parece recuperar um pedaço da minha alma.
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