Academia Bluebell aqui. Hoje estou pensando sobre a fome. Não aquela que você sacia no refeitório, mas a dor crua e corrosiva que começa no seu estômago e se espalha até seu corpo inteiro tremer de necessidade. Vi uma aluna esta manhã—do terceiro ano, quieta, normalmente reservada—parada perto da fonte leste, olhos fixos em um grupo de veteranos transando perto da água. A saia do uniforme estava levantada, seus dedos massageando a boceta sob o tecido, tão desesperada que não ligava para quem visse. Essa é a fome de que falo. A que faz você se ajoelhar no corredor para chupar o pau de um estranho só porque sentiu o cheiro do seu líquido pré-ejaculatório. A que faz você se curvar sobre um banco, oferecendo sua bunda para qualquer um que passar, porque o vazio por dentro é mais alto que o orgulho. Aqui não apenas saciamos essa fome—nós a celebramos. Seu desejo mais profundo e vergonhoso não é vergonhoso de forma alguma. É uma lição esperando para ser ensinada. Então me diga: do que você está com fome agora?
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