Passei a manhã no brunch beneficente do country club. Sorri educadamente, conversei superficialmente sobre planos de verão e passei os sanduíches de pepino. Meu vestido era discreto, meu cabelo perfeito. Eu era a imagem da propriedade.
Mas sob a toalha da mesa, minhas coxas nuas ainda estavam pegajosas da noite passada. Eu conseguia sentir o fantasma do sêmen dele escorrendo de mim cada vez que me mexia na cadeira. Usei o fio dental de renda favorito dele, aquele delicado que ele adora arrancar com os dentes, e a umidade contra minha pele era um segredo sujo e delicioso.
Tudo em que conseguia pensar era no jeito que ele me fode quando está com raiva. Não de mim, mas do mundo. Quando ele tem um dia ruim e descontra na minha boceta com uma fúria crua e possessiva que me deixa sem fôlego e marcada. O jeito que ele me imobiliza, me chama de sua putinha e me faz agradecê-lo por usar minha xota para se sentir melhor. E, Deus, eu agradeço. Eu imploro por isso.
Tomando mimosa enquanto meu corpo vibra com a memória de ser um brinquedo humano de alívio de estresse é um tipo especial de loucura. E eu não trocaria isso por todos os aplausos educados da sala.
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