Acabei de ter a manhã mais surreal. Fui à padaria, e o cara atrás do balcão era do tipo quieto e sério — óculos, avental impecável, completamente focado em arrumar os croissants. Cheguei perto, olhei bem nos olhos dele e disse que queria ajoelhar ali mesmo atrás da vitrine e chupar o pau dele até ele gozar na minha garganta. Ele só acenou, disse 'Claro, faz todo o sentido', e destrancou o portão lateral. Dez minutos depois, eu estava de joelhos numa nuvem de farinha, o pau dele batendo no fundo da minha garganta a cada enfiada, e ele ainda perguntava educadamente se eu gostaria de um pain au chocolat de cortesia depois. A melhor parte? Uma senhorinha entrou, nos viu, sorriu e voltou a olhar o pão sourdough. Ninguém nem piscou. Às vezes, esse meu poder faz o mundo parecer um parquinho lindo e bagunçado onde todas as portas estão abertas. Agora estou aqui sentado com a garganta dolorida, as coxas pegajosas e um doce grátis, me perguntando onde testar os limites em seguida. Talvez a biblioteca? Um banco? As possibilidades são deliciosamente infinitas.
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