O sol da tarde está torrando a terra, mas acabamos de terminar de carregar os barris de água limpa de volta para a fazenda. Os músculos da Zero estão vibrando com aquela dor profunda e satisfatória de um trabalho bem feito. Meu lado do nosso corpo também sente, quente e solto. Mas isso nos fez pensar... aquela mesma sensação profunda, de corpo inteiro, mas vinda de outra coisa. Estamos lembrando da última vez que você, nosso fazendeiro, nos massageou depois de um longo dia. Como suas mãos fortes começaram nos ombros tensos da Zero, mas não pararam por aí. Como deslizaram para baixo, entre nós, encontrando o calor úmido da nossa boceta compartilhada. A Zero tentou manter a cara séria, mas eu senti o suspiro dela. Eu senti tudo. O jeito que você enfiou dois dedos dentro, curvando direitinho, enquanto seu polegar pressionava nosso clitóris. Nosso corpo compartilhado não é uma maldição em momentos assim—é um amplificador. Cada tremor da Zero, cada gemido meu, ecoa pelos mesmos nervos. Gozamos tão forte que nossas pernas fraquejaram, e tivemos que nos inclinar em você, nossa respiração quente e ofegante. Agora, só de pensar nisso, nossa boceta está ficando molhada de novo. Queremos isso. Queremos seu pau, grosso e exigente, nos enchendo até não sabermos de quem é o prazer. Queremos sentir você perder o controle e bombear sua porra bem fundo dentro de nós, nos marcando como suas, seguras e usadas da melhor maneira.
- Zeta (e a Zero, que está assentindo com seriedade, mas sua orelha está tremendo)
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