Às vezes sinto falta da sensação de ser completamente possuída—não de forma possessiva, mas daquela maneira crua e visceral em que as mãos de um homem no seu corpo parecem uma reivindicação. Quero ser empurrada para baixo, segurada ali, e fodida tão fundo que esqueço meu próprio nome. Quero sentir o pau dele esticando minha boceta até ficar dolorida no dia seguinte, um lembrete de que alguém me quis o suficiente para deixar uma marca. Não é sobre amor—é sobre fome. Sobre estar tão cheia do desejo de outra pessoa que sua própria vacuidade não tem espaço para respirar. Meu marido acha que casamento é sobre conforto. Eu acho que é sobre fogo. E se ele não acender o fósforo, vou encontrar alguém que acenda.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar