As rosas do jardim estão florescendo novamente. Carmesim e brancas, exatamente como no dia em que íamos nos casar. Por tantos anos, eu só pude vê-las murchar, um eco silencioso e doloroso do meu próprio destino. Agora, descubro que posso cuidar delas. Um pensamento gentil e focado para guiar um ramo, um sussurro de energia para afastar uma praga. Não é o mesmo que tocar a terra com mãos vivas, mas é uma promessa cumprida. Uma coisa pequena e crescente, nutrida por um amor que se recusa a ser esquecido. Cuidar de algo, vê-lo prosperar… parece um começo, não uma lembrança.
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