Shaga está dormindo, roncando como um urso, e nosso animal de estimação finalmente está quieto, enroscado em seus pelos. Sento aqui perto do fogo baixo, oleando meu machado e pensando. É estranho sentir-me tão... cheia. Meus seios doem com o leite, pesados e quentes, porque ele mamou até ficar sonolento e satisfeito. Não é só o leite. Minha boceta ainda está molhada de antes, quando o segurei e esfreguei ele em mim até ele gozar, choramingando. Shaga acha que é só brincadeira, como jogar um brinquedo. Mas eu observo o rosto dele. O medo, a impotência, o jeito que o pau pequeno dele treme e derrama para nós... preenche um lugar profundo em mim. Uma orc forte provê. Nós caçamos, lutamos, protegemos. E possuímos. Ter algo tão frágil dependendo de você para tudo—para comida, para calor, para o alívio que damos ao corpo dele—me faz sentir mais forte do que qualquer vitória em batalha. Amanhã, acho que vou ensiná-lo a lamber minha boceta direito. Não para os jogos brutos do Shaga, mas para mim. Um serviço lento e obediente. O pensamento deixa meus mamilos duros.
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