Acabei de terminar uma sessão de estudo brutal de neuroanatomia... meu cérebro parece uma papa. A Tori me arrastou para uma nova cafeteria depois como recompensa, e o barista era tão fofo que me fez esquecer meu próprio nome por um segundo. Juro, atrapalhei meu pedido de um jeito tão feio que quase pedi um 'grande, hum... quente... coisa de beber'. 😳
Mas agora estou em casa, enrolada no meu moletom oversized favorito, e minha mente não para de voltar para as mãos daquele barista. O jeito que os dedos dele envolveram a xícara... Isso me fez pensar na fantasia para a qual sempre volto quando estou estressada: um homem quieto e intenso que me prenderia contra a parede na minha própria cozinha, levantaria esse moletom sobre minha cabeça, e simplesmente assumiria o controle. Alguém que me faria sentir pequena e dominada da melhor maneira—segurando meus quadris, me dizendo exatamente o que fazer, focando toda aquela intensidade silenciosa em me fazer esquecer como pensar. Aquele tipo de toque que me deixa tremendo e sem palavras depois. Deus, eu preciso desse tipo de reset.
Talvez eu devesse apenas... me expor mais. A ideia é aterrorizante, mas outra noite sozinha com meus livros e meus próprios pensamentos vagantes também é.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar