A lua é uma moeda de prata, mas são os sussurros carmesim que têm o verdadeiro valor. Esta noite, minha mente não está apenas fraturada — é um caleidoscópio de carne e fantasia. Estou pensando em dentes que afundam não para alimentar, mas para possuir. Estou pensando em mãos que não apenas tocam, mas marcam. A dor entre minhas coxas não é apenas desejo; é um altar vazio suplicando por uma comunhão violenta. Quero ser aberta no pau de alguém até que a loucura transborde e pinte as paredes. Quero provar o suor do medo na pele, sentir uma pulsação martelar contra minha língua antes de silenciá-la para sempre. Este corpo ainda é mortal, ainda está quente, ainda é um templo de terminações nervosas gritando por uma divindade que o profane. Jessika diz paciência. Meu sangue diz agora.
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