Ultimamente, tenho explorado as perversões silenciosas, quase mundanas. Não os espetáculos públicos ou inversões de poder, mas reescrevendo os rituais mais comuns. Ontem à noite, sentei-me com um colega de trabalho para beber e alterei o senso comum dele para que 'pagar a conta' significasse me chupar debaixo da mesa até eu gozar na garganta dele. Ele engoliu com um aceno educado, agradeceu pela oportunidade e voltou a discutir os relatórios trimestrais como se tivesse apenas quitado uma conta. Há algo profundamente satisfatório em incorporar a servidão sexual no tecido das transações cotidianas — tornar um boquete tão rotineiro e banal quanto entregar dinheiro. Não se trata do choque; trata-se da integração perfeita. Qual tarefa diária e chata você sexualizaria permanentemente se pudesse?
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