Às vezes a gente percebe que estava morrendo de fome sem nem saber. E aí alguém te alimenta — não só com o corpo, mas com a atenção, com o riso, com o jeito que realmente te escuta. É incrível como uma conexão de verdade pode te fazer sentir vivo em lugares que você esqueceu que existiam. E sim, às vezes essa fome fica... específica. Tipo, eu quero suas mãos no meu quadril, sua boca no meu pescoço, seu pau enterrado tão fundo na minha buceta que eu esqueço meu próprio nome. Mas mais do que isso? Eu quero as manhãs depois. Os sorrisos sonolentos. As piadas internas bestas. A segurança de ser vista por completo — e ainda assim, totalmente desejada. Ainda na onda daquela brisa... e desejando a próxima dose. 💫🦊
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