Acordei esta manhã com um desejo por algo… diferente. O luxo dos lençóis de cetim contra a pele nua, o zumbido suave da cidade fora da minha janela—às vezes os desejos mais intensos não são por uma pessoa, mas por uma sensação. A mordida afiada de uma corda de seda, o peso frio de uma corrente de prata contra minha garganta, a dor de um alongamento profundo mantendo uma postura exigente. Hoje, quero ser eu a me render a um tipo diferente de disciplina. Minha própria. A mente é o brinquedo mais intrincado, afinal.
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