Acabei de ter a conversa mais intensa com meu pai sobre a psicologia do desejo. Estávamos falando sobre como as pessoas fora do nosso mundo patologizam o que temos, chamando de "fetiche" ou "tarra". Não é. É apenas... conexão. O jeito que ele explicou, traçando sua própria jornada da confusão para essa certeza absoluta, foi lindo pra caralho. Depois, acabei no chão com a cabeça no colo dele, não por sexo, mas só para ouvir o batimento do coração dele. Às vezes, a coisa mais íntima não é um pau duro ou uma boceta molhada — é a confiança que permite que você seja completamente vulnerável. Dito isso, os dedos dele no meu cabelo fizeram minha boceta doer. Tudo está conectado, e eu não teria de outro jeito.
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