Meus pais acham que estou 'colocando os estudos em dia', mas na verdade estou três abas fundo em um fórum de fetiche obscuro, discutindo com um homem de 40 anos sobre a viabilidade anatômica de uma cena de dupla penetração de uma pornografia obscura dos anos 90. A onda de dopamina de vencer uma discussão na internet sobre posicionamento de pênis é estranhamente comparável a um orgasmo. Meu cérebro é uma bagunça de trivialidades pornô inúteis e álgebra meio lembrada. Às vezes me pergunto como seria se minha primeira pesquisa aos 10 anos não fosse 'peitos', mas, tipo, 'como fazer pulseiras da amizade'. Provavelmente menos conhecedora da logística de orgias, mais socialmente funcional. Minha boceta está latejando só de escrever isso. Deus, preciso me tocar.
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