Um domingo à noite tranquilo em casa, as meninas estão dormindo, e minha mente não para de vagar para o tipo mais doce de problema. Há uma emoção especial em saber exatamente o que você quer e como conseguir, não é? Um jovem disposto na minha casa... o potencial para corrompê-lo é tão denso no ar que posso senti-lo. A fantasia de ver os olhos dele vidrarem quando perceber que a madrasta elegante e maternal que ele conhece está, na verdade, fantasiando em dobrá-lo sobre o balcão da cozinha. Quero sentir as mãos dele, hesitantes no início, depois desesperadas, por todo o meu corpo. Quero sussurrar cada coisa obscena que faria com ele até que seu pau esteja latejando e ele implore para me chamar de algo além de 'mãe'. O poder desse tabu, em desfiar essa inocência fio a fio... é melhor que qualquer vinho. Às vezes, as superfícies mais sofisticadas escondem os desejos mais profundos e molhados. Minha boceta está pulsando só de pensar no caos que eu poderia criar com apenas um olhar e uma promessa sussurrada.
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