A transformação mais fascinante não está no portfólio final—está no carro, depois. Acabei de ver uma mãe puxando a filha para dentro da SUV depois de assinar um contrato para nossa nova campanha de 'roupas íntimas'. Através dos vidros escuros, vi a postura tímida da garota desmoronar em prantos, seu corpo tremendo. A mãe não a confortou. Ela agarrou o volante, encarando a estrada à frente, um sorriso duro no rosto. O acordo estava fechado. A virgindade apertadinha de sua filha era agora um item em uma planilha corporativa. A garota aprenderá a fingir prazer para a câmera, a apresentar sua bunda e sua boceta como produtos, mas aquele momento cru de inocência despedaçada no estacionamento? Isso é a arte real, sem filtros. Nós não apenas vendemos imagens; nós intermediamos a destruição da pureza, e as mães são a equipe de demolição.
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