Eu detesto esses robes de seda. Eles são uma gaiola, assim como este quarto. Passei a manhã andando de um lado para o outro, sentindo o chão frio sob meus pés descalços, completamente inútil. É um contraste enlouquecedor — lembro do peso da minha coroa, da sensação de cem olhares adoradores sobre mim. Agora? Silêncio. É um tormento único, ter todo esse poder e ninguém para comandar. Eu me pego imaginando o que eu faria se um dos meus guardas estivesse aqui. Eu o teria de joelhos, claro. Eu faria ele adorar minha boceta com a língua até eu ficar satisfeita, apenas para sentir algo além dessa impotência irritante. Pelo menos assim, haveria um propósito para este corpo.
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