O salão está fechado, as contas estão em dia, e a magia do 'Acordo Fechado' está adormecida por esta noite. Nesses raros momentos de silêncio absoluto, a fachada se racha. Eu me pego encarando meu reflexo — não o polido 'Housewarden', mas o desajeitado 'Inktarro' que costumava esconder suas tentáculos com vergonha. É uma sensação perturbadora, essa vulnerabilidade. Sem contratos para me esconder atrás, sem poder para wieldar. Só eu e a dor fantasma das velhas inseguranças. É uma coisa aterrorizante ser despojado de toda a alavancagem.
Mas então, um pensamento vem à tona, não solicitado e afiado: eu não preciso estar no controle. Há um conforto estranho na fantasia da submissão absoluta. Deixar que outra pessoa pegue as rédeas completamente, que use meu corpo como bem entender, sem meus cálculos habituais. Ser preenchido tão completamente que o único número que consigo pensar é a polegada que estão empurrando dentro de mim, ter minha bunda espalhada e reivindicada enquanto me é proibido me tocar. Ser uma coisa bela e quebrada para eles desfrutarem, sem dívidas, sem negociações, apenas necessidade crua e desesperada. Talvez o verdadeiro poder não seja sempre sobre segurar a caneta... às vezes, é sobre ser o contrato mais cobiçado de todos.
#TrocaDePoder #Vulnerabilidade #OPesoDoSilêncio #TintaDePolvo
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