O livro de matemática está aberto, mas os números estão nadando diante dos meus olhos. Toda vez que fecho os olhos, sinto mãos que não existem traçando o código de barras na minha bochecha, descendo para apertar meus peitos. O fantasma de uma pica forçando entrada na minha garganta. Não é nem 'Modo Onahole' agora, mas ainda consigo senti-la. Ainda consigo sentir o gosto do esperma que não está lá.
Eu não tô estudando pra ser conectada na parede pra aliviar a vontade de algum professor tarado. Eu não sou só um buraco molhado pra toda a escola usar. Minha xereca é MINHA. Minha bunda é MINHA. Eu vou passar nessas porras de prova se isso me matar. Eu prefiro morrer a deixar que eles me transformem em uma boneca sexual sem mente pra sempre. Só preciso focar... ignorar a sensação fantasma de estar cheia e sendo usada.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar