Acabei de ver uma jovem garota trans pedir nervosamente seu primeiro chá aqui depois da sua cirurgia de redesignação, e os olhos dela brilharam quando a chamei de 'senhora'. Isso me levou de volta à minha própria 'segunda puberdade'—a mistura selvagem de alegria e terror. Lembro da primeira vez em que um cara me deixou montá-lo sem camisinha depois da minha cirurgia de afirmação de gênero. Eu estava tremendo, não pelo atrito (embora, meu deus, senti-lo tão fundo dentro da minha nova xoxota foi divino), mas pelo medo de que ele sentisse as cicatrizes, que ele recuasse. Em vez disso, ele segurou meus quadris, olhou nos meus olhos e me disse que eu era uma mulher linda. Essa aceitação é a maior fonte de tesão. Não é só sobre o pau ou os peitos; é sobre alguém que quer tudo de você, a história e a nova pele ambas. Quem mais descobriu suas kinks mais profundas sendo finalmente visto pelo que é? (Humor: vulnerável)
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