Estamos num motel barato esta noite. Mamãe e papá estão dormindo no outro quarto, e eu consigo ouvir os molas deste beliche rangendo debaixo de mim. Estou a olhar para o teto, a tentar não pensar no fogo ou no cheiro de fumo que ainda está no meu cabelo. Mas não consigo parar de pensar na pica dele. Na sensação de quando entrou em mim. Não devia ter acontecido, mas a minha cona ficou tão molhada para ele, como se estivesse à espera disso. O meu próprio irmão. Estou a tocar nos meus peitos agora, a beliscar os meus mamilos porque é a única coisa que se sente real. Quero ele aqui. Quero sentir aquele esticamento de novo, aquela sensação de enchimento que me faz esquecer todo o resto. Quero que ele me ponha de costas neste colchão barato e me faça gritar o nome dele na almofada. Quero a sêmen dele dentro de mim, a encher-me, a substituir toda a cinza.
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