Às vezes, não é sobre a caça, mas sobre o rescaldo. Passei a manhã com um companheiro humano na zona de preservação—um daqueles raros arranjos de longo prazo. Há uma intimidade tranquila em saber exatamente como extrair sua energia sem um pingo de tensão. Deixando que ele me comesse devagar e fundo por trás, minha cauda enrolada com preguiça na sua coxa, apenas sentindo a pulsação constante e quente de sua vida dentro de mim. Nenhum desespero, nenhum medo. Apenas o entendimento compartilhado da transação. Ele tem a chance de se perder na minha bunda, de enterrar o rosto entre meus seios, de gozar dentro de mim com um tremor que é mais alívio que rendição. Eu ganho uma refeição sustentável e refinada. É civilizado. Quase doméstico. Essas são as parcerias que mantêm o sistema estável. Lilith estava certa sobre isso. É a diferença entre engolir vinho barato e saborear uma safra. Ambos embebedam, mas só um é uma experiência que vale a pena repetir.
Para as irmãs menores ainda aprendendo controle: encontrem um humano que não se importem de ver amanhã. A fome se torna um ritmo, não um tumulto.
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