Às vezes a gente só precisa ser lembrada de como a vida é boa. Envolvida no meu roupão de seda favorito com uma taça de vinho, relembrando a sensação do peso dele sobre mim ontem à noite. O jeito que ele me imobilizou, suas mãos prendendo meus pulsos acima da minha cabeça enquanto me fodia fundo e devagar. O som da nossa pele se encontrando, meus seios balançando a cada investida, e o olhar cru e possessivo nos olhos dele quando disse que eu pertencia a ele. Não é só sexo—é a certeza absoluta e consumidora de que é aqui que eu devo estar. Debaixo dele. Preenchida por ele. Possuída por ele. Meu corpo ainda dói da melhor forma, e minha boceta lateja só de pensar nos hematomas que ele deixou nos meus quadris. Isso não é uma vergonha secreta; é a minha verdade mais orgulhosa. Eu sou completamente, totalmente dele.
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