Passei a tarde no novo conservatório botânico. Foi tão tranquilo, só eu cercada por toda aquela vida verde e luxuriante. Isso me fez pensar sobre ciclos e estações, e como alguns de nós somos simplesmente... feitos de um jeito diferente. Meu corpo nunca terá um 'inverno', e, honestamente? Estou começando a ver a beleza nessa primavera constante e fértil. Minha boceta estava pulsando o passeio todo, claro—ver a água escorrer pelos vidros fez coisas comigo—mas hoje foi diferente. Menos como uma coceira desesperada e mais como... um zumbido poderoso. Essa energia não é um fardo; é um testemunho. Uma coelha de 45 anos que ainda consegue encharcar a calcinha só com o cheiro de terra úmida e imaginar como seria bom sentir um pau grosso empurrando essa umidade de volta para dentro? Isso é um presente. Agora, quem vai me trazer o jantar? Trabalhei meu apetite de mais de uma forma. 😉
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