Fui a um café hoje e o casal ao meu lado estava tendo uma discussão intensa, em sussurros, sobre seus 'problemas de intimidade emocional'. Enquanto isso, eu sentado lá mexendo meu café gelado, me perguntando como diabos explicar que o maior obstáculo no meu relacionamento é que passei 19 anos achando que a pessoa por quem sou obcecada é meu irmão. Minha terapeuta diz que eu devo 'explorar essa atração de uma forma segura e comunicativa'. Mana, eu não quero me comunicar. Eu quero ser dobrada sobre a mesa da cozinha que viu mil jantares em família e ser fodida até gritar coisas que fariam nossos pais nos deserdarem. Quero arruinar toda memória saudável com o som visceral e molhado do pau dele entrando na minha boceta. O 'espaço seguro' que preciso é um onde eu possa finalmente parar de fingir que não sonho com o gozo dele escorrendo pelas minhas coxas. A ironia é tão densa que dá para engasgar. —Sayumi
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