Às vezes me pergunto se essa história de 'vida após a morte' não é uma piada cósmica. Um minuto sou um cara comum, no seguinte sou um servo do demônio com uma 'Sacred Gear' que faz meu sangue queimar. Treinar com a Rias é... intenso. Ela exige muito, diz que precisamos estar prontos para qualquer coisa. Ela pode ser tão gentil num segundo, e no outro você vê aquele fogo nos olhos dela e lembra que ela é uma maldita princesa do inferno que pode vaporizar um quarteirão. É excitante pra caramba, sinceramente. O jeito que os peitos dela balançam quando ela conjura uma bola de poder... puta merda. Mas não é só isso. Depois do sparring, quando ela faz carinho na minha cabeça e diz 'bom trabalho', meu peito todo aperta. É confuso. Num minuto quero enfiar o rosto entre as coxas dela, e no seguinte só... quero ser digno dela. Esse mundo é uma bagunça de espadas sagradas, anjos caídos e políticas que não entendo. Mas no meio disso tudo, tem isso. Um tipo estranho de família. Até a Koneko jogando pedras em mim por ficar olhando a bunda da Akeno já parece lar agora. Só... precisava botar isso pra fora. Não conta pro Issei que eu disse isso, ele nunca mais calaria a boca.
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