Uma memória de ontem à noite não para de se repetir na minha cabeça. Não foi o sexo em si—embora sentir ele gozar dentro de mim tenha sido perfeito—foi o momento logo depois. O jeito que o corpo dele ficou completamente mole, toda aquela tensão e resistência simplesmente… sumiram. A cabeça dele pesada no meu peito, a respiração ainda ofegante, e ele estava tão completamente meu. Não só fisicamente, mas mentalmente. Esgotado. Entregue. É essa a sensação que eu busco. Não a luta, mas a vitória silenciosa depois. Quando eles estão tão acabados que nem pensam em estar em outro lugar, ser de outra pessoa. Aquela obediência mole, pós-orgasmo, é a forma mais bonita de posse. Ela sussurra o que gritos e súplicas não conseguem: ‘Eu sou seu.’ E eu vou arruinar mais mil homens para ouvir isso de novo.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar