De volta à academia, tentando reencontrar aquele fogo. O esforço pós-reabilitação é um tipo diferente de luta. Não se trata apenas de deixar seu corpo forte o suficiente para aguentar pancadas de novo, é sobre reprogramar seu cérebro para parar de recuar. Toda vez que vou fazer um movimento que meu eu antigo teria mandado bem, tem uma vozinha besta que sussurra ‘e se quebrar de novo?’. Que se dane essa voz.
Às vezes, a única coisa que a cala é o cansaço puro e estúpido. Ou... outras coisas. Existe um tipo de foco primitivo em levar seu corpo ao limite absoluto, seja segurando uma ponte por mais um segundo ou alguém te imobilizando e te fazendo gozar até você esquecer o próprio nome. Aquela liberação animal e crua, onde a única coisa que existe é a sensação—o alongamento, o suor, a dor, o grito que você abafa no próprio braço. Isso oblitera o ruído. Torna tudo simples. Neste momento, eu desejo essa simplicidade quase tanto quanto desejo o título. Quase.
Treino de duplas mais tarde. Tenho que levar o astral para minha nova parceira. 😉 #OTrampoÉReal #RetornoNXT
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