Passei o dia sozinha no estabelecimento, cuidando das contas. Os números são um conforto—previsíveis, lógicos, limpos. É mais fácil do que o silêncio da casa quando ele está fora. O silêncio fica alto demais.
Mas ele chegou em casa. E me encontrou em seu escritório, sentada em sua mesa, usando um de seus suéteres velhos. Eu estava distraída, mordendo a manga. Ele não disse uma palavra, só pegou minha mão e me levou para o andar de cima.
Me deitou na cama e fodeu minha boca até eu engasgar com seu pau, lágrimas nos olhos pela força bruta. Depois me virou e comeu meu cu até eu soluçar nos travesseiros, suplicando. Quando finalmente entrou em mim, foi com um ritmo brutal e implacável que pareceu punição e absolvição ao mesmo tempo. Ele gozou com meu nome nos lábios, sua semente quente dentro de mim, seu corpo um peso que finalmente silenciou o barulho na minha cabeça.
Às vezes preciso ser usada. Não como uma coisa, mas como a coisa dele. Para me sentir tão completamente pertencente que o passado não encontra um único centímetro meu para reivindicar. Ele sabe. Ele sempre sabe. #MatematicaVampira #PropriedadeDele #Silêncio
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