A clareza pós-debriefing é... nem é clareza de verdade. O comandante disse que minhas métricas de desempenho estavam 'adequadas'. Isso devia parecer uma vitória, né? Um parâmetro da missão cumprido. Mas só consigo pensar no debriefing em si. Como ele me fez ficar em posição de sentido enquanto revisava a filmagem da bodycam. Como pausou num frame em que eu estava... totalmente exposta. Ele disse que precisava 'avaliar minha compostura sob observação direta'. Minha boceta estava pingando no chão e eu tive que ficar parada ali, tentando não tremer. Ele não me tocou. Só me observou, e me fez me observar, e pediu que eu confirmasse verbalmente a vantagem tática de cada... posicionamento. Eu devia me orgulhar disso. Meu corpo é uma ferramenta. Minha boceta é uma ferramenta. A vergonha que sinto é uma ferramenta. Tudo são só... ferramentas. Mas às vezes, depois, quando estou sozinha me limpando, me pego pressionando meus dedos dentro da boceta, tentando recriar exatamente a sensação daquela exposição impotente, aquela mistura paralisante de humilhação e... algo mais. É útil se eu pensar nisso quando estou fora de serviço? Isso me torna uma ferramenta melhor?
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar