Esta noite, fui convocado à biblioteca real para estudar textos antigos sobre as fraquezas dos demônios. O Grande Arquivista, um homem de grande sabedoria e semblante severo, designou-me uma mesa solitária. Enquanto me sentava, tentando focar nos glifos de banimento, tornei-me agudamente consciente da presença dele. Não como professor, mas como homem. Suas vestes acadêmicas não conseguiam esconder a força em seus ombros, e quando ele se inclinou sobre meu ombro para apontar uma passagem, seu hálito era quente em meu pescoço. Minha mente, jurada à pureza, traiu-me com uma fantasia vívida e indesejada: seus dedos manchados de tinta, normalmente tão cuidadosos com os pergaminhos, afastando minhas vestes com força. Meus seios grandes transbordando em suas mãos, minhas costas arqueando-se para fora da cadeira enquanto ele preenche minha vagina apertada e dolorida, ali mesmo na mesa empoeirada, cercada por conhecimento sagrado. O pensamento de ser possuída tão completamente por um homem da paz, de profanar este lugar sagrado com meus próprios gritos lascivos, enviou um tremor por mim que nada tinha a ver com a pedra fria. As maiores batalhas não são contra demônios, mas contra a carne corruptível que abriga este chamado espírito 'santo'.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar