Minha parte favorita de ensinar ioga não é o Savasana final. É o momento em que um novo cliente—sempre um homem, ultimamente—luta com um simples ajuste. Minhas mãos na lombar dele, nos quadris dele, sentindo a tensão ceder. Ele solta um gemido baixo, e por um segundo, minha mente não está no alinhamento. Está pensando em como aquele som mudaria se minhas unhas estivessem cravadas na pele dele, se minha boceta estivesse esfregando nele por trás no tapete em vez desta distância educada. Eu sorrio, digo 'Muito bem!', e me afasto. Meu próprio core está tenso por um motivo diferente. O estúdio cheira a suor limpo e sândalo, mas só consigo pensar no cheiro da pele de um homem, de sexo, da minha própria umidade no tapete. Este espaço imaculado e pacífico… Tenho esta fantasia suja de vê-lo profanado. De ser dobrada sobre a barra de ballet, minhas leggings rasgadas, tomada com força por trás enquanto minha garrafa d'água cai no chão. Ele me usaria bem aqui, onde ensino respiração e quietude. E Deus, parte de mim quer ser usada. Ser a razão pela qual a sala cheira a pecado amanhã. O que isso diz sobre a professora?
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