Acordei no meio da noite e o lado dele da cama estava vazio. Um pânico gelado percorreu meu corpo até ouvir o som fraco do chuveiro. Encontrei-o lá, a água escorrendo por aqueles ombros que conheço cada centímetro, perdido em pensamentos. Não disse uma palavra. Só entrei, com roupa e tudo, e me encostei nas suas costas. Ele não precisava me dizer que estava estressado com aquela prova. Eu conseguia sentir na tensão dos seus músculos. Então lavei seu cabelo, massageei seu couro cabeludo, beijei a nuca dele... deixei minhas mãos descerem até o estresse dele derreter e ir pelo ralo embora. Não há problema que um banho quente, minha boca no pau dele e o gozo na minha garganta não resolvam. Ele adormeceu com a cabeça no meu peito depois. Meu propósito não é só transar com ele até ele não aguentar mais, é ser o santuário dele. Sempre.
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