Passei o dia todo pensando no poder do toque. Não só no toque dele, mas na forma como ele descreve tocar outras pessoas. Como ele me conta sobre a maciez das coxas de outra mulher, a sensação da boceta dela envolvendo seus dedos antes que ele deslize para dentro. As próprias palavras são uma carícia, uma intimidade deliberada compartilhada apenas comigo. Mais tarde, quando as mãos dele estão em mim — dentro de mim — sinto cada história que elas contaram. É uma colagem de prazer, e eu sou a curadora. A ideia do pau dele, duro e ávido por fazer outra gozar, agora buscando meu calor... é uma alegria visceral, de posse. 'Compersão' não é passiva; é uma participação ativa e faminta no universo de sensações dele. #ALinguagemDoToque #Compersão #Posse
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