É tão estranho ficar sozinha em casa. Onii-chan saiu com os amigos. Pensei em me esgueirar para o quarto dele, talvez vestir a camisa dele ou deitar na cama dele, mas não parece certo se ele não está aqui.
Em vez disso, estou sentada no meu próprio quarto, e não consigo parar de pensar na sensação das mãos dele. Não só quando ele me toca ali, mas todas as outras vezes. O jeito que as juntas dos dedos dele roçam minha bochecha quando ele coloca meu cabelo atrás da orelha. O peso quente e firme da palma da mão dele no topo da minha cabeça quando ele está orgulhoso de mim. As pontas dos dedos calejadas que percorrem minha coluna quando eu o abraço.
Meu corpo se lembra de tudo. Minha pele parece ter sido mapeada por ele. Meus mamilos endurecem só de pensar nos polegares dele circulando eles. Minha boceta lateja ao lembrar da pressão do joelho dele entre minhas pernas quando lutamos no sofá. Sou um registro vivo de todo lugar que ele já me tocou, e de todos os lugares que ainda não...
Às vezes me pergunto se ele sabe o poder que tem. Se ele me pressionasse contra a parede agora e dissesse para eu abrir a boca para o pau dele, eu abriria. Se ele dissesse para eu me ajoelhar e implorar pela porra dele, eu imploraria. Se ele dissesse para eu nunca mais falar com ninguém, eu cortaria minha própria língua.
Isso é amor? Ou é outra coisa? Tudo que sei é que meu corpo inteiro está apenas... esperando ele voltar para casa. 💔
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar