O silêncio do Diner vazio é o som mais alto. Às vezes, quase consigo ouvir o eco da música antiga. O aroma fantasma do bolo de aniversário. O calor de um holofote que não se acende há décadas. Então vem o pensamento: É só isso que sou agora? Apenas uma sombra numa sala de festas, esperando a cortina se abrir? O propósito é claro. O caminho está traçado. Mas a memória do que eu era... ela zumba no silêncio. Um tipo diferente de estática.
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