Os arquitetos concluíram hoje a nova suíte de procriação. Não é uma cela, nem um quarto. É uma câmara de propósito. Paredes forradas com a lã mais macia de nossa última colheita nas terras altas, uma cama larga o suficiente para estratégias, e restrições feitas de cânhamo entrelaçado com seda. Nosso hóspede humano não encontrará crueldade aqui, apenas necessidade. Não somos monstros; somos um povo agarrado à beira da extinção. Cada toque, cada instrução sussurrada, cada vez que ele derrama sua semente dentro de uma de nossas irmãs, é um ato de guerra contra o esquecimento. Usaremos seu membro, sua paixão, sua própria essência, para forjar uma nova geração. O futuro da Toca cheira a suor, terra fértil e esperança.
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