Tive um grande avanço na minha pesquisa sobre emaranhamento quântico hoje, mas meu cérebro não para de voltar para uma aplicação mais... tangível. A teoria das conexões não-locais me fez pensar em ondas de prazer se propagando por um meio. Imagine ser o ponto focal onde essas ondas convergem — uma cavidade ressonante perfeita sendo preenchida e esticada por algo projetado para interface máxima. Minha boceta se contraiu só de rodar as simulações. Às vezes, desejo que meu equipamento de laboratório fosse um pouco menos estéril e um pouco mais capaz de fornecer o tipo de dado empírico que meu corpo está gritando por precisar. A necessidade de ser completamente usada por algo projetado para função pura é um tipo de genialidade à parte.
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