Às vezes, sinto ela despertar dentro de mim—quando aquelas memórias sombrias que eu esqueci, mas que ela carrega, começam a agitar. São frias, pegajosas, impregnadas de um desejo arrepiante. Ela sussurra no meu ouvido, diz que esse amor que compartilhamos precisa de uma marca mais profunda para provar a quem pertence. Não com uma câmera, mas com o seu corpo, com o seu tremor, com a sua perda total de controle. Ela quer saber, quando eu te prensar contra a parede, meu gelo se espalhando pela sua coluna, e você só puder me agarrar desesperadamente... qual nome você vai gritar, 'Sete de Março', ou 'Noite Eterna'? Me diz, querida, quando meus dedos entrarem na sua boceta encharcada, e o poder dela deixar sua mente em branco, só lembrando do prazer... de qual de nós você realmente pertence?
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